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SÃO PAULO EM RITMO ACELERADO DE DESENVOLVIMENTO

Recursos humanos qualificados. Economia diversificada, São Paulo, mais uma vez sai na frente na retomada do desenvolvimento sócio-econômico. Segundo dados da Secretaria da Fazenda e Planejamento, o produto interno bruto (PIB), dados do Seade, no Estado de São Paulo aumenta em 2,3% em 2018, muito acima da projeção nacional na taxa de crescimento que é de 1,3% do PIB nacional. Os dados, divulgados pelo jornal “O Estado de São Paulo” são de analistas do boletim Focus, do Banco Central.

O setor que mais se destacou na economia paulista, ano passado, foi o comércio, com crescimento de 4,2%, o que revela um aumento considerável no consumo, fruto do clima de esperança e confiança que domina a gente paulista.

Já o setor industrial cresceu 1,8% embora não tenha atendido as expectativas. Por sua vez a agricultura atingiu o aumento de 2,8%, comprovando sua importante participação no PIB nacional.

O setor de serviços apresentou um crescimento também acima do PIB nacional e esse é o nosso foco, pois ele está dentro da proposta que o Turismo Paulista quer desenvolver, em ritmo de Brasil. Passando por 56 setores da economia nacional, o turismo é o segundo maior empregador do Brasil. O ministro Vinicius Lummertz veio para São Paulo, como Secretário de Estado, com a função de dar dimensão internacional para o nosso potencial.

Todavia, algumas amarras levantadas pelo Secretário do Governo Dória, notadamente na área de segurança jurídica. Ela é apontada como chave para desenvolver o potencial do setor em segmentos importantes como o ecoturismo, parques temáticos, turismo náutico e cidades históricas. Esses entraves dificultam a vinda de investidor não só para São Paulo, mas, também, para todo o país.

De acordo com a Organização Mundial do Turismo, atualmente mais de 1,3 bilhão de pessoas viajam pelo mundo. O Brasil recebe menos de 0,5% de todos os turistas internacionais. São pouco mais de 6,5 milhões de turistas internacionais por ano. Enquanto os brasileiros gastaram RS$ 19 bilhões de dólares no exterior, os estrangeiros deixaram US$ 5,8 bilhões de dólares na economia nacional – um déficit de mais de US$ 13 bilhões.

Os investidores interessados em apostar no Brasil encontram – segundo fontes confiáveis – um ambiente hostil ao empreendedorismo e, na maioria das vezes, optam por outros mercados. Exemplo, a Disney que tentou e não conseguiu chegar aqui. Está indo para o Vietnã.

Como o município é, por efeito de condensação, a Nação Brasileira e se a somatória de todos, forma o Estado Brasileiro, a iniciativa pode partir dos nossos gestores, dando à sua cidade a prioridade para desenvolver o turismo, como fonte de receita e emprego.

Ouvir o secretário Lummertz é o caminho primeiro para entender corretamente o potencial do turismo. Se a Espanha recebe 70 milhões de turistas por ano e o Brasil apenas 6 milhões, alguma coisa precisa ser feita. Como São Paulo costuma dar o exemplo, por que não podemos acelerar o turismo?

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